Família busca explicações sobre incidente em unidade particular
Uma situação chocante mobilizou uma família em Sumaré após uma bebê de 1 ano e 2 meses ter o rosto desfigurado por mordidas de outra criança dentro de uma creche particular localizada no Jardim Bom Retiro.
A mãe da vítima, identificada como Bruna, recebeu uma mensagem da instituição perguntando se ela buscaria as filhas naquele dia – um questionamento que a deixou intrigada, já que sempre retirava as crianças da escola.
Ao chegar na creche, Bruna se deparou com uma cena devastadora. Sua filha Ana Luiza apresentava ferimentos graves no rosto, incluindo olho inchado, boca roxa e nariz cortado.
‘Quando chegou a Ana Luiza, eu me assustei. Porque a Ana Luiza estava com o rosto desfigurado. O olho inchado, a boca roxa, o nariz cortado. Realmente aqui (apontou para o lado do olho) era uma mordida’, relatou a mãe.
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Instituição admite falta de supervisão adequada
De acordo com informações prestadas pelos funcionários da creche, a agressão teria sido provocada por outra criança que já possuía um histórico de comportamento violento, incluindo episódios anteriores de mordidas.
A direção da unidade reconheceu que a professora responsável se ausentou da sala por alguns momentos, período durante o qual o ataque ocorreu. A situação se agrava pelo fato de não existirem câmeras de segurança instaladas no ambiente onde as crianças permanecem durante o período vespertino.
Inicialmente, a creche tentou minimizar a gravidade do ocorrido ao comunicar o incidente para a família, estratégia que não funcionou diante da dimensão dos ferimentos apresentados pela bebê.
Providências legais são tomadas pela família
Após constatar o estado da filha, Bruna imediatamente procurou atendimento médico para Ana Luiza e formalizou um boletim de ocorrência na delegacia local para registrar oficialmente o caso.
A família agora exige explicações detalhadas sobre como o incidente pôde acontecer e quais medidas preventivas a instituição pretende adotar para evitar novas ocorrências similares.
A reportagem entrou em contato com a creche particular para obter posicionamento oficial sobre o caso, mas até o momento a instituição não se manifestou publicamente sobre o incidente.



