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Mulher foragida é presa com laboratório de bebidas falsas em Sumaré

Mulher de 28 anos procurada por roubo e furto foi presa com laboratório clandestino de bebidas falsas em Sumaré.

Mulher de 28 anos procurada por roubo e furto foi presa com laboratório clandestino de bebidas falsas em Sumaré.

Operação policial descobre fábrica clandestina durante busca por foragida

Uma mulher foragida de 28 anos foi capturada pela Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira (13) em Sumaré (SP), após investigação que revelou um complexo esquema de falsificação de bebidas alcoólicas. A descoberta aconteceu durante o cumprimento de mandado de prisão no bairro Aclimação.

A suspeita era procurada pela Justiça por crimes de roubo e furto. Durante a ação policial, ela também foi autuada em flagrante por injúria racial praticada contra uma profissional de saúde.

Tentativa de fuga revela laboratório clandestino

Os policiais chegaram até a Rua da Amizade após receberem denúncia sobre a localização da foragida. Ao avistar as viaturas se aproximando, a mulher tentou escapar correndo para os fundos da residência e saltando o muro da propriedade.

A tentativa de fuga foi frustrada pelo cerco policial montado na via adjacente, onde ela foi detida. Ao retornarem ao imóvel inicial, os agentes fizeram a descoberta que ampliou significativamente a ocorrência.

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O local funcionava como um verdadeiro laboratório de bebidas falsas. Durante a revista, a PM apreendeu:

  • 95 garrafas de uísque de diversas marcas
  • Centenas de garrafas vazias destinadas ao envase
  • Caixas desmontadas contendo logotipos de várias marcas de bebidas
  • Dois aparelhos celulares

Novo crime durante atendimento médico

Devido aos ferimentos sofridos durante a tentativa de fuga, a detida precisou ser encaminhada para atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Nova Veneza. Foi durante este procedimento médico que ocorreu o segundo delito.

Na presença dos policiais responsáveis pela escolta, a suspeita proferiu ofensas raciais contra uma enfermeira que prestava atendimento. O comportamento resultou em nova voz de prisão em flagrante por injúria racial.

Após os procedimentos médicos necessários, a mulher foi conduzida ao 1º Distrito Policial de Sumaré, onde a ocorrência foi formalmente registrada. Ela permanece na carceragem à disposição da Justiça para os devidos procedimentos legais.

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