Criminosos se passaram por passageiros e agrediram condutor durante assalto
Uma emboscada planejada contra um motorista de aplicativo terminou com a vítima hospitalizada após ser brutalmente agredida por uma quadrilha em Campinas. O crime ocorreu na segunda-feira, 9, e resultou na prisão de quatro suspeitos.
O condutor havia aceito uma solicitação de corrida com destino ao Jardim São Jorge, sem suspeitar que se tratava de uma armadilha. No local combinado, seis criminosos se aproximaram do veículo e anunciaram o assalto, forçando a entrada no carro.
Vítima foi mantida refém por uma hora
Durante aproximadamente 60 minutos, o motorista permaneceu sob controle da quadrilha, sendo coagido a realizar transferências bancárias através de Pix. Além do roubo, os criminosos praticaram violência física contra a vítima, que sofreu espancamento dentro do próprio veículo.
Após abandonarem o homem ferido, os suspeitos fugiram do local. Mesmo machucado, o motorista conseguiu solicitar socorro e acionou a Polícia Militar para reportar o ocorrido.
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Operação policial resulta em quatro prisões
Com auxílio do setor de inteligência, as equipes da Rota iniciaram as buscas e conseguiram localizar o automóvel no bairro Campo Belo. Durante as investigações, quatro integrantes do grupo criminoso foram identificados e capturados.
Conforme informações policiais, os detidos confessaram envolvimento no crime e revelaram que cada membro possuía uma função específica durante a ação criminosa. A operação também resultou na apreensão de munições e múltiplos aparelhos celulares.
Dois dos capturados, ambos com 18 anos, devem responder por roubo com retenção de vítima, associação criminosa e corrupção de menores. Os outros dois detidos são adolescentes de 14 e 17 anos, que foram encaminhados para os procedimentos do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Estado de saúde da vítima
O motorista recebeu atendimento médico no Hospital da PUC-Campinas, apresentando fortes dores torácicas decorrentes das agressões sofridas. A unidade hospitalar não divulgou informações detalhadas sobre seu quadro clínico, alegando falta de autorização familiar.
A investigação prossegue na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, onde o caso foi registrado. As autoridades continuam em busca dos dois suspeitos restantes que ainda não foram localizados.



